A pílula anticoncepcional surgiu com objetivo de prevenir uma gravidez indesejada, porém com o passar do tempo foram descobertos outros benefícios da pílula. Hoje a pílula anticoncepcional é usada para tratar doenças como miomas e cistos, previne o câncer de útero, minimiza os efeitos da TPM e colabora com os cabelos e pele. Por esse motivo, muitas mulheres mesmo estando grávidas gostariam de continuar tomando suas pílulas anticoncepcionais, mas isso é não bom para o feto.

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Há pílulas anticoncepcionais formadas por progesterona e estrogênio e outras apenas por progesterona. Essas últimas  não oferecem riscos ao bebê se usadas no início da gravidez, porém é recomendado que seu uso não ultrapasse os dois meses. O principal problema causado pelo uso da pílula anticoncepcional durante a gravidez está relacionado a formação dos órgãos sexuais do bebê.

   

Os hormônios das mães precisam estar regulados no momento da formação do bebê. Caso estejam desequilibrados, o bebê pode ganhar características mistas ou acabar com problemas mais sérios com órgão sexual de um sexo e aparência de outro. Por isso todo cuidado é pouco.

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Portanto, os riscos são muito grandes caso você insista em continuar tomando a pílula anticoncepcional por muito tempo. Os hormônios contidos na pílula anticoncepcional irão afetar a formação do feto e seus órgão sexuais. Isso acontece normalmente entre o segundo e o terceiro mês de gestação.

Para quem utiliza outros métodos anticoncepcionais também a base de hormônios (como a injeção de progesterona, adesivos, implantes e outros) a chance de continuar usando o contraceptivo sem saber da gravidez é quase nula, esse tipo de método é mais regular. E quando o assunto é a pílula do dia seguinte, caso a gravidez já esteja em fase avançada, não há risco nenhum para o bebê. Mas ainda assim é preciso ter cuidado e sempre que houver dúvidas ou sentir algo, procure um médico.